Saiu do trabalho correndo. Pegou o ônibus cheio, trânsito da hora do rush. Chegou em casa, nem comeu, nem respirou direito. Somente trocou-se, se arrumou e saiu.
Pelo resto da noite deixou à amargura e a ansiedade de lado. Era uma outra pessoa ali. Gritou, dançou, pulou. Libertou-se de tudo e de si mesma ao som do filho da dor. Ao som do pai do prazer.
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